SALGUEIRO

MUITO ALÉM DO SAMBA

O Salgueiro não existe apenas em função do samba ou do desfile das escolas de samba. Parte da sua missão é contribuir para a evolução sócio-cultural-esportivo de sua comunidade com a realização de projetos que busquem a formação de cidadãos. Para isso, foi criada, em 30 de março de 1996, a Vila Olímpica Felinto Epitácio Maia, que fica ao lado da quadra de ensaios da escola.

Hoje, a Vila Olímpica do Salgueiro, que conta com um campo de futebol, parque aquático, uma pista de atletismo, uma quadra de esportes, vestiários, banheiros, uma lanchonete e salas de aula, abriga diversos projetos de cidadania desenvolvidos para as comunidades do bairro da Tijuca e cercanias como os Morros do Salgueiro, Andaraí, Macacus, Turano, Chacrinha, Caçapava, Borel e Casa Branca.

Na instituição, ao todo, mais de 800 crianças e adolescentes dispõem, gratuitamente, de diversas atividades esportivas e culturais que promovem a formação de cidadãos, incluindo aula de inglês, espanhol, inclusão digital, ballet entre outros.

SALGUEIRO, TRADIÇÃO E FORÇA

O grêmio recreativo escola de samba acadêmicos do salgueiro foi fundando em 5 de março de 1953, após a união de duas escolas de samba do morro do salgueiro: a azul e branco e a Depois eu Digo. Na década de 1970, o salgueiro revelou o jovem artista plástico Joãozinho trinta, aluno do carnavalesco Fernando Pamplona, que entrou para a escola, em 1960, dando inicio a uma grande mudança visual. Foi campeã do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro nos anos de 1960, 1963, 1969, 1971, 1974, 1975, 1993 e 2006.