Com show no meio da linha de produção, Nissan começa a fazer o Nissan Kicks na fábrica de Resende

  • Cantor Daniel se apresenta para os 1.800 funcionários da unidade industrial
  • Produção do crossover é fruto de investimento adicional de R$ 750 milhões na fábrica
  • Especialistas foram treinados no Japão e no México para aprimorar processos de manufatura
  • Show dá inicio a celebração dos 3 anos do Complexo Industrial da Nissan

Resende – No dia a dia do Complexo Industrial da Nissan em Resende, no estado do Rio de Janeiro, os AGVs (Automatic Guided Vehicles) – pequenos robôs autoguiados que conduzem diferentes carrinhos de peças e plataformas – rodam pelos corredores tocando uma seleção de até oito músicas. Mas esta playlist recebeu um incremento de peso no primeiro dia de produção em série do Nissan Kicks brasileiro. E foi ao vivo! O cantor Daniel se apresentou para os 1.800 funcionários da unidade industrial em um show de mais de uma hora no meio das linhas de produção.

O show aconteceu logo após uma apresentação de resultados do chairman da Nissan América Latina, José Valls, e do presidente da Nissan do Brasil, Marco Silva, e outro executivas da direção da empresa.

Sucesso no Brasil, o Nissan Kicks, até então, chegava ao país importado do México. Para produzi-lo em Resende, a Nissan fez um investimento de R$ 750 milhões, instalou novos equipamentos na linha de produção e treinou centenas de funcionários especificamente com foco no novo veículo para garantir seu alto padrão japonês de qualidade.

No total, mais de 700 trabalhadores foram treinados especificamente para a produção do Nissan Kicks. O foco foi na avançada tecnologia embarcada e na ampla gama de sistemas de segurança que compõe o conceito da Mobilidade Inteligente da Nissan. Os especialistas da fábrica de Resende foram treinados para a perfeita instalação de equipamentos como a Câmera 360º com imagem integrada ao display do rádio, o Detector de Objetos em Movimento, os Controles Dinâmico do Chassi e Dinâmico em Curvas, o Estabilizador Ativo de Carroceria e o Controle Dinâmico de Freio Motor.

Alguns especialistas foram treinados no Global Pilot Line, centro piloto das linhas de produção da Nissan, na planta de Oppama, em Yokosuka, no Japão, e também na fábrica de Aguascalientes, no México, onde o Nissan Kicks já é fabricado. O treinamento fora do país permitiu que os funcionários pudessem absorver todo o conhecimento da montagem e dos processos de manufatura, para a perfeita execução das atividades em Resende.

"A produção do Nissan Kicks em Resende é o resultado da união da grande capacidade profissional dos nossos funcionários com o que há de mais moderno em termos de tecnologias e processos de produção", afirma Hitoshi Mano, Vice-presidente de Manufatura da Nissan América Latina.

O Complexo Industrial da Nissan em Resende recebeu mais de 150 novos equipamentos e novas áreas na linha de produção e na inspeção de Qualidade especificamente para atender ao Nissan Kicks brasileiro, além de terem sido adotados vários novos processos. Novos equipamentos permitem desde uma montagem precisa e segura da tampa do parta-malas e dos hacks do teto flutuante a calibração de sistemas de tecnologia avançada, como as câmeras 360º do Around View Monitor, tecnologia que oferece ao motorista uma visão 360º auxiliada por quatro câmeras, um sensor de estacionamento sonoro e luzes indicativas no painel.

Na pintura, por exemplo, foram criados dois novos processos de mascaramento para atender às especificações do crossover compacto. Tudo para permitir que versões do Nissan Kicks possam ser oferecidas com o teto flutuante com cor diferente do restante da carroceria, o que é chamado de "2-tone", um diferencial do modelo que conquistou os consumidores brasileiros. O processo de pintura conta com um sistema automatizado sustentável e inovador "3 wet". Nele, a aplicação da base e do verniz é feita logo em seguida a do primer, tornando o processo mais curto e reduzindo o consumo de energia. Os robôs utilizam cartuchos para a pintura – que usa água como base –, o que reduz a perda de tinta e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs), o que deixa a operação mais sustentável. Ao todo, ao longo do processo são utilizados 10 robôs de alta tecnologia e também operadores especializados em pintura.

Todas as inovações se somam aos já avançados equipamentos e processos adotados no Complexo Industrial da Nissan em Resende, que foi inaugurado em abril de 2014. Assim, o show do cantor Daniel dentro da linha de produção acaba também dando início as comemorações do terceiro aniversário da fábrica. Atualmente, a unidade industrial conta com cerca de 1.800 funcionários e produz os modelos Nissan March, Nissan Versa e, a partir de hoje, o Nissan Kicks, além dos motores 1.0 12V e 1.6 16V. Os carros atendem o mercado brasileiro e, desde 2016, também são exportados para outros países da América Latina.

Nissan Kicks
Com um estilo ousado e dinâmico, o Nissan Kicks foi criado para os clientes que levam uma vida agitada nas grandes cidades e precisam enfrentar os desafios da "selva urbana". O modelo é um dos primeiros a integrar o conceito de "Mobilidade Inteligente" da Nissan, resultado de avançados processos de engenharia e manufatura e inclusão de itens tecnológicos que proporcionam o equilíbrio perfeito entre performance e economia de combustível.

O Nissan Kicks traduz este conceito em uma série de atributos, como um motor moderno, o câmbio XTRONIC CVT de última geração, peso menor em comparação com seus concorrentes, além de design aerodinâmico que aumenta a eficiência. Além disso, o Nissan Kicks é equipado com tecnologias de segurança úteis, como a câmera de visão 360°, o Detector de Objetos em Movimento, Controle Dinâmico do Chassi, Controle Dinâmico em Curvas, Estabilizador Ativo de Carroceria e Controle Dinâmico de Freio Motor, nos modelos topo de linha.

A comercialização do Nissan Kicks foi iniciada mundialmente no Brasil, seguindo depois para outros mercados da América Latina, com previsão de lançamento em mais de 80 países.

Complexo Industrial de Resende
Inaugurado em abril de 2014, o Complexo Industrial de Resende tem um ciclo completo de produção. Assim, a empresa garante seus elevados padrões mundiais de produção, com áreas de estamparia e de injeção de plásticos dentro de sua unidade, algo incomum nas fábricas instaladas no Brasil em função da complexidade e dos elevados valores de investimentos que exigem. Com estas áreas integradas ao processo, se ganha, além de qualidade, em tempo de produção, redução de estoques e flexibilidade para o mix de fabricação.

A unidade industrial recebeu um dos maiores investimentos realizados no país para a construção de uma fábrica de automóveis, de R$ 2,6 bilhões, exatamente para ter esse ciclo de produção completo. No total, a capacidade é para produzir até 200 mil veículos e 200 mil motores por ano. Desde abril de 2016 a planta de Resende exporta seus modelos para os mercados da América Latina, e hoje já entrega unidades na Argentina, Bolívia, Chile, Peru, entre outros.

O conceito de fábrica sustentável do Complexo Industrial da Nissan em Resende vai além do uso de equipamentos de última geração e processos avançados de produção de veículos e motores. O compromisso em ser uma unidade verde, uma das mais sustentáveis da Nissan em todo o mundo, nasceu já na concepção do projeto dos prédios e de toda a infraestrutura.

Os prédios apresentam sistemas de iluminação e ventilação naturais, que reduzem o consumo de energia e, consequentemente, têm baixo impacto ambiental. Há uma atenção especial com o sistema de tratamento de resíduos utilizados no processo produtivo, para reutilização da água e segregação de resíduos sólidos para correta destinação de descarte. O objetivo é reduzir constantemente as emissões de CO2 e a geração de compostos orgânicos voláteis (VOCs) provocados pela produção.

E a preocupação ecológica se dá também do lado de fora da fábrica. O entorno da unidade industrial recebeu milhares de árvores de 20 espécies do bioma local para a criação de um Cinturão Verde. Além disso, a Nissan contribuiu e ajuda na preservação da Unidade de Conservação da Lagoa da Turfeira, situada na área ao lado do complexo de Resende.